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domingo, 1 de abril de 2018

Igreja encabeça campanha contra brinquedos violentos

A ideia do projeto surgiu em uma reunião de pais da catequese, após o assassinato do adolescente Udson Evandro Leal Magri , de 15 anos, morador de Jardim Alegre
No ano em que a Campanha da Fraternidade tem como tema a superação da violência, a Paróquia Nossa Senhora do Rocio, de Jardim Alegre,  lançou na missa da Sexta-Feira Santa, a campanha “Arma não é Brinquedo”. Serão recolhidas réplicas de revólveres e facas, bonecos armados e jogos de videogame, o material será destruído e enviado para a associação de recicladores da cidade. A campanha tem a parceria da Prefeitura, através da Secretaria de Educação, e será realizada simultaneamente em todas as escolas do município.A ideia do projeto surgiu em uma reunião de pais da catequese, após o assassinato do adolescente Udson Evandro Leal Magri , de 15 anos, morador de Jardim Alegre, que foi encontrado morto com os pés e mãos amarradas por arame farpado boiando no Rio Ivaí, no início do ano. 
Conforme o padre José Natalício da Silva, a campanha vem de encontro com preocupação de pais e educadores em relação a produtos que incitam a violência nas crianças. “Quando nós católicos damos um tercinho estamos incentivando a oração, se dermos um livro ou uma bíblia para a criança estaremos incentivando a leitura. Quando a gente dá uma arma de brinquedo, estaremos estimulando a violência”, enfatizou. Durante a campanha, que ainda não tem data para acabar, além do recolhimento brinquedos, várias ações serão promovidas nas escolas e na catequese, tais como, concurso de redação, e de desenhos relacionados ao tema. “Queremos que a criança abra mão de certos jogos e comece a cobrar dos pais brinquedos mais saudáveis que estimulem melhor o desenvolvimento na infância”, explicou. 
TRÂNSITO
Padre José Natalício contou ainda que no Dia dos Motoristas, os católicos de Jardim Alegre também farão campanha contra a violência no trânsito. “Vamos fazer algumas paradas na rodovia e explicar aos motoristas que o trânsito não é para matar, que o trânsito é vida e não morte. É tudo uma correria louca, um não respeita o outro, e muitas vidas acabam se perdendo. Queremos despertar nas pessoas a consciência para superar a violência e implantar a cultura da paz”, completou. (IVAN MALDONADO-TRIBUNA DO NORTE)

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