quarta-feira, 25 de abril de 2018

Mortes em rodovias federais do Paraná caem 43% no 1º trimestre, aponta PRF

Total de vítimas mortas em relação ao mesmo período do ano passado caiu de 159 para 91
As principais causas dos acidentes que resultaram em mortes foram velocidade incompatível (28,6% das mortes), falta de atenção à condução (25,3%), falta de atenção do pedestre (15,4%), desobediência às normas de trânsito (8,8%), defeito mecânico (8,8%), sono (4,4%) e embriaguez (3,3%)A maioria das 91 mortes registradas até março deste ano ocorreram sob céu claro (53,8%) e em trechos de pista simples (65,9%). Quase metade das vítimas perderam a vida em situações de pleno dia (46,1%) e em trechos de reta (47,2%).Os tipos de acidentes que mais resultaram em mortes foram saídas de pista (22% do total de mortes), colisões frontais (18,7%), atropelamentos (15,4%), colisões transversais (11%), capotamentos (8,8%), colisões traseiras (7,7%) e tombamentos (5,5%).A faixa etária dos 20 aos 24 anos de idade concentrou o maior percentual de mortos (15,4% do total). Entre os 91 mortos, quatro eram crianças com até nove anos de idade.
Condutores ou garupas de motocicletas representaram 14,3% dos mortos. Ciclistas, 4,4%.Ao longo do primeiro trimestre deste ano, a PRF flagrou no Paraná 863 motoristas dirigindo sob efeito de bebidas alcoólicas; 6.100 mil manobras irregulares de ultrapassagem; e 54.031 veículos acima da velocidade máxima permitida.Para evitar eventuais distorções em seu balanço, a PRF retirou de sua base de cálculo do ano passado os cerca de 164 quilômetros de rodovias federais que foram repassados ao governo do Paraná ao longo 2017, por força de Medida Provisória. Os trechos em questão equivalem a cerca de 4,3% do total da malha viária federal do estado, que hoje se estende por aproximadamente 3.824 quilômetros. (Por Eliandro Piva)

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