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quarta-feira, 17 de abril de 2019

Se diesel subir,caminhoneiros ameaçam parar no dia 21 de maio


"Motoristas de caminhão que participaram da paralisação de 2018 criticaram as medidas anunciadas nesta terça (16) pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas. Eles não descartam novas paralisações.Segundo lideranças, as principais reivindicações da categoria – cumprimento do tabelamento do frete e redução do preço do diesel – não foram contempladas. Para a Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), as medidas anunciadas não dissolvem as tensões na categoria.O governo de Jair Bolsonaro (PSL) anunciou nesta terça-feira (16) uma linha de crédito de R$ 500 milhões para a categoria. Também prometeu melhorias nas estradas e a construção de pontos de descanso em rodovias federais."Nada do que o ministro anunciou nos ajuda. É um avanço conseguir pegar dinheiro no BNDES a baixo custo, mas, hoje, mais da metade dos caminhoneiros está com o nome sujo no Serasa. Vamos conseguir pegar esse crédito?", questiona Wanderlei Alves, o Dedéco, de Curitiba.Alves diz que não representa toda a classe. "Eu tenho os caminhoneiros que estão comigo. E faço parte de um grupo com outros amigos, que têm outros com eles. Isso faz uma rede de mais de um milhão de caminhoneiros.""Vai parar dia 21 de maio" se houver aumento, diz motoristaPara Dedéco, haverá novas paralisações. "O pessoal está eufórico. Vai parar dia 21 de maio. Isso se não parar antes, se houver aumento do diesel." Na data em questão, o início da greve de 2018 completa um ano.Ainda na terça, após reunião com Bolsonaro, os ministros Paulo Guedes (Economia) e Bento Albuquerque (Minas e Energia) afirmaram que a política de preços da Petrobras é independente e que não deve haver intervenção política nas decisões da companhia. São indicativos de que o preço do diesel pode subir nas próximas semanas caso os preços internacionais do petróleo continuem em alta."Quem vai decidir o momento e o valor [do reajuste] vai ser a Petrobras", disse Albuquerque. "Ela tem total liberdade [para isso]", completou. "É ela [a Petrobras] quem tem que decidir. Ela é independente para estabelecer o preço do petróleo", reafirmou Guedes."" (Gazeta do Povo)

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