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quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

Paraná Clube completa 30 anos de fundação e vê futuro incerto

O Paraná Clube completa 30 anos de fundação nesta quinta-feira (19)
Fonte: Bem Paraná

Em 19 de dezembro de 1989, dois clubes de Curitiba, o Colorado e o Pinheiros, oficializaram a fusão. As cores vermelho e azul do Paraná são originárias de seus antecessores. Embora tivesse nascido como gigante – como diz o primeiro verso de seu hino –, o clube decaiu nos últimos anos e tem um futuro incerto pela frente.
Um passo a ser dado nos próximos dias é a terceirização do futebol. O setor será arrendado, após decisão judicial. Dois empresários do ramo, Sergio Malucelli e Eduardo Uram, são os principais candidatos em uma decisão que deve sair até o dia 26.
A terceirização do futebol seria impensável nos tempos de fundação, mas foi a solução encontrada diante da atual conjuntura do Paraná, com problemas de atrasos de salários e falta de dinheiro para trazer jogadores. Desde que a Série B terminou, o clube viu sair o treinador Matheus Costa e não trouxe nenhum reforço. Na contramão, nomes importantes da última temporada, como o zagueiro Rodolfo, o lateral Guilherme Santos e o volante Luiz Otávio, saíram – ou, no caso do atacante Jenison, estão em vias de sair. Motivo: dinheiro. Ou a falta dele.
Os salários atrasados, por sua vez, vieram à tona praticamente todos os anos em que o Paraná esteve na Série B. Algumas vezes, casos dos anos de 2010 e 2013, a falta de pagamentos contribuiu para que o time não consegue o acesso à primeira divisão. Curiosamente, a única vez que o assunto dos salários não ecoou na Vila Capanema foi exatamente no único ano em que o Paraná conseguiu ascender à Série A, em 2017.
A Série B, por sinal, tem sido a realidade do Paraná nos últimos 10 anos. Um contraste gigante com os primeiros 10 anos do clube, que disputou a Série C (em 1990) e a Série B (em 1991 e 1992, da qual foi campeão) até chegar à primeira divisão, da qual só saiu em 2007.
A falta de dinheiro trouxe outro problema: a redução de patrimônio. Quando surgiu, o clube tinha três estádios – Vila Capanema, Vila Olímpica e o do Britânia, na esquina da Avenida Comendador Franco e BR-116, hoje Linha Verde –, uma sede social e um terreno no Tarumã. O campo do Britânia foi vendido em 1998 e hoje abriga uma loja Decathlon. A sede social foi arrendada. O terreno do Tarumã foi leiloado em 2013 para pagar dívidas. O entorno do estádio da Vila Olímpica – incluindo piscina, estacionamento e um campo auxiliar – virou alvo de um imbróglio judicial desde 2017, por causa de contas não pagas. E até a Vila Capanema correu risco de sair das mãos do Paraná.
Nesta quinta-feira, o clube fará uma festa na sede da Avenida Kennedy para celebrar os 30 anos. O clube chegou a fazer uma eleição entre os torcedores para escolher os melhores da história em cada posição. O time ficou com Régis; Gil Baiano, Edinho Baiano, Marcão e Ednelson; Helcio, João Antônio, Ricardinho e Adoilson; Maurílio e Saulo. Todos da época de ouro do Paraná, que com eles conseguiu seis títulos estaduais (1991, 1993, 1994, 1995, 1996 e 1997). O outro título estadual é o de 2006. A diretoria prometeu que todos eles estariam na festa desta quinta-feira. Lembranças de uma época dourada que parece cada vez mais difícil de se repetir num futuro incerto.

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