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terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Pesquisa: Nove em cada dez pequenos municípios do Paraná enfrentam problemas com consumo de drogas

Considerando o alcance da questão, a situação do Paraná chega a ser mais grave do que a média do restante do país

Consumo de crack: problema avança nas pequenas cidades, que não  possuem estrutura para  enfrentar a questão
Uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira (13) pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) revela que 89% dos pequenos municípios do Paraná enfrentam problemas relacionados ao consumo e circulação de drogas. Ao todo, o estudo considerou os dados repassados por 136 municípios (35,59% das 399 cidades paranaenses), sendo principalmente municípios de pequeno porte – com menos de 50 mil habitantes.


Considerando o alcance da questão, a situação do Paraná chega a ser mais grave do que a média do restante do país, onde 85,43% das 1.599 cidades pesquisadas enfrentam problemas por conta do consumo e circulação de drogas.
Se considerado, no entanto, o nível desses problemas, temos que no Paraná 42,65% dos municípios apontaram que o nível é medio, ante 27,95% que consideraram o nível alto e 18,38% que indicaram o nível baixo. No Brasil como um todo, esses porcentuais são de 49,73% (médio), 36,24% (alto) e 13,68% (baixo), respectivamente.
A situação, explica a CNM, é analisada e classificada pelos gestores na pesquisa com base em suas próprias percepções. Portanto, não há números delimitando os níveis. Ainda assim, o estudo tem como grande mérito levantar a capilaridade do problema que, ainda segundo a Confederação, afeta tanto pequenas e grandes cidades, mais próximas o doistantes de grandes polos ou mesmo de fronteiras do país.
De acordo com o presidente da CNM, Glademir Aroldi, o grande problema é que nos municípios menores o alcance das drogas ainda esbarra na falta de recursos para o enfrentamento. “Não é possível um Caps em todas as cidades. Por isso precisamos de serviços regionalizados, com apoio da União e dos Estados também”, opina.
Segundo o estudo, apenas 21,13% dos municípios paranaenses pesquisados possuem Centros de Atenção Psicossocial (Caps), que prestam serviços de saúde de caráter aberto e comunitário, constituído por equipe multiprofissional. As principais áreas afetadas pelo usop de drogas são saúde (75,35%), educação (61,97%), segurança (59,86%) e assistência social (59,15%).
Nível dos problemas relacionados ao consumo de crack

Número de municípios pesquisados 142
Não responderam à pesquisa 6
Sem problemas 15
Baixo 25
Médio 58
Alto 38

A cada dia, 50 internações no estado

Segundo dados do Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS), do Ministério da Saúde, a cada dia no Paraná são registradas, em média, 50 internações decorrentes de problemas relacionados ao consumo de álcool e outras substâncias psicoativas, como opiáceos, canabinóides, sedativos e hipnóticos, cocaína e outros estimulantes.


Ao longo de todo o ano de 2018, último período com dados consolidados, haviam sido registradas 18.293 internações. O número aponta para um crescimento de 6,52% na comparação com o ano anterior, quando haviam sido registrados 17.174 internamentos por conta de transtornos mentais e comportamentais devido ao uso de substâncias psicoativas.

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