Prefeito de Mauá da Serra destaca que cassação e multa não são definitivas e acredita na reversão da decisão


O prefeito de Mauá da Serra, Hermes Wicthoff, destacou, nesta terça-feira (22), que a ação movida contra ele e sua vice, Tânia Cristina de Macedo, em razão de suposto abuso de poder político, apesar de ter sido julgada procedente pela 76ª Zona Eleitoral de Marilândia do Sul, a decisão não é definitiva. Ainda cabe a sua total modificação pelo Tribunal Regional Eleitoral ou até mesmo pelo Tribunal Superior Eleitoral.

Nesta terça-feira (22), o juiz da 76ª Zona Eleitoral de Marilândia do Sul, sentenciou favoravelmente em processo eleitoral movido por Givanildo Lopes e Fabio Caetano Alvez, em decisão, a qual cabe recurso, que cassa os diplomas e arbitra multa ao prefeito eleito e sua vice. A alegação é a de que teriam feito contratações em período pré-eleitoral, sob a ótica do Juiz, o que não é permitido por lei. 

“Estou absolutamente tranquilo! Primeiro, porque entendo que a contratação para a frente de trabalho era permitida neste período; segundo, porque esta sentença não é definitiva e vamos recorrer ao Tribunal Regional Eleitoral, onde obteremos a reversão da decisão, ressaltamos que ainda cabe recurso ao Tribunal Superior Eleitoral sobre referida sentença”, declarou Hermes Wicthoff.

Por enquanto, a decisão que julgou procedente o pedido contra o Prefeito Hermes não possui efeitos, dependendo, ainda, do que será analisado pelos tribunais nos recursos que irão ser apresentados pela defesa.

“Fica registrado aqui meu compromisso com a democracia e com a população de Mauá da Serra, com a certeza de minha lisura no exercício do cargo de prefeito, cujo trabalho me levou à reeleição. Razão pela qual, certamente, a decisão será totalmente modificada pelos tribunais. Reafirmo aos amigos e eleitores, fiquem tranquilos, a decisão será revertida pelo Tribunal, pois não é justa e vocês que me conhecem sabem ”, finaliza o prefeito.

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